Agendado não é pago
O comprovante de Pix marcado pode parecer verdadeiro. Se o crédito não liquidou, o sistema não libera.

Valor do Pix
R$ 186,50
O cliente manda o print. A loja não precisa acreditar nele. O ComprovaPix procura o crédito no banco e só então libera o pedido — no balcão ou no WhatsApp.
Sem vídeo por enquanto. O produto é isso: comprovante entra, crédito é checado, a venda só anda se o Pix existir de verdade.

PDF, print ou lote. WhatsApp ou painel. A gente lê valor, horário e o identificador da transação.

Não olhamos a imagem. Procuramos o crédito na conta. Pix agendado, editado ou de outra conta não passa.

Sinal verde só aparece se o dinheiro caiu. O vendedor segue. O financeiro não precisa atender o rádio.

Hoje a loja para, alguém abre o banco, outra pessoa confirma no grupo. O ComprovaPix entra no meio: lê o comprovante e responde se o dinheiro está na conta.
O vendedor vê se caiu sem sair do atendimento. O cliente não fica esperando o financeiro abrir o app do banco.
PDF, print e Pix agendado entram iguais. Só o crédito na conta gera sinal verde.
Cada confirmação fica ligada ao vendedor e à loja. Fecha o dia sem planilha no WhatsApp.
O comprovante de Pix marcado pode parecer verdadeiro. Se o crédito não liquidou, o sistema não libera.
Sem senha de transferência, sem saldo aberto para a loja toda. Só o crédito que interessa à venda.
Quem está no balcão precisa saber se caiu. Não precisa entrar no internet banking da empresa.
Conexão de leitura com o banco da loja — ou extrato, se a API ainda não existir. Sem pedir senha de pagamento. Sem mudar de instituição.
O ComprovaPix só precisa ver a entrada. O restante da conta continua só com você.

O extrato entra no mesmo fluxo. A loja não fica parada esperando convênio novo.
Cada loja confirma no mesmo padrão. Você vê o que entrou por unidade e por vendedor, sem cada gerente inventar o próprio jeito de “bater” o Pix.
Balcão vê o sinal. Financeiro vê o fechamento. Ninguém precisa da conta completa para liberar uma venda.

Quem vende em mais de um ponto precisa do crédito separado. Aqui a confirmação já nasce com loja, vendedor e permissão.

O que entrou em cada unidade. Sem misturar caixa da matriz com o da filial.

Quem atendeu, quem liberou. Serve para fechar o dia, não para vigiar por vigiar.

Vendas, gerência e financeiro não veem a mesma coisa. Cada um vê o que precisa.
Balcão, WhatsApp e fechamento passam a usar a mesma resposta: o crédito está na conta ou não está.
Quem está na venda confirma o crédito. O escritório não precisa largar o que está fazendo a cada print.
O sinal chega na tela da loja. Sem rádio, sem ligação, sem o gerente abrir o internet banking.
Caiu ou não caiu é a mesma pergunta às 11h e às 21h. Ninguém fica de plantão só para olhar extrato.
Print no grupo, “confirma aí” e planilha no fim do dia saem do caminho. A confirmação fica registrada.
As dúvidas que aparecem na primeira conversa.
Não. O print só serve para achar a transação. A confirmação vem do crédito na conta. Se não caiu, não tem sinal verde.
